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	<title>Categoria: Marketing Literário - Marí­lia Barga</title>
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	<description>Site Oficial da Escritora</description>
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		<title>Marketing 6.0: O futuro do consumo entre o físico e o digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marília Barga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 01:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Literário]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[philip kotler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro Marketing 6.0 é um convite para entender as novas dinâmicas do mercado diante das gerações Z e Alpha, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro <em>Marketing 6.0</em> é um convite para entender as novas dinâmicas do mercado diante das gerações Z e Alpha, os <strong>nativos digitais</strong> que transitam naturalmente entre o físico e o digital. Muito além de plataformas como Roblox ou Minecraft, esses consumidores esperam experiências imersivas, autênticas e interativas. </p><p>Vídeos curtos em plataformas como TikTok são favoritos dessas gerações. Além disso, cresce o uso de plataformas como Reddit e Discord, que promovem <strong>conexões mais genuínas</strong> e comunitárias, em contraponto à publicidade intrusiva de grandes redes.</p><p>Neste artigo, você vai conhecer os conceitos-chave apresentados na obra <strong>Marketing 6.0</strong>, do pai do marketing, Philip Kotler, e como as marcas devem se preparar para o marketing do futuro.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Marketing para nativos figitais</strong></h2><p>A <strong>Geração Z </strong>(nascida entre meados dos anos 90 e 2010) e a <strong>Geração Alpha</strong> (nascida a partir de 2010) já somam mais de 4 bilhões de pessoas no mundo. Elas cresceram em um universo onde o digital e o físico se misturam constantemente. São os <strong>nativos <em>figitais</em>:</strong> vivem conectados, mas ainda valorizam experiências presenciais, como passeios em shoppings, mesmo que comparem preços online antes de comprar.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Realidade Aumentada, Virtual e Estendida</strong></h2><p>O livro explica as diferenças entre Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV): a primeira insere elementos digitais no mundo físico (como faz a L’Oréal ao permitir que clientes “experimentem” maquiagem virtualmente), enquanto a segunda cria um ambiente totalmente digital. <strong>A união dessas duas tecnologias resulta na Realidade Estendida (XR)</strong>, um novo patamar de experiência imersiva.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Do Multichannel ao Metamarketing</strong></h2><p>Se antes as marcas falavam de multichannel (uso de múltiplos canais) e omnichannel (integração desses canais), agora o passo seguinte é o metamarketing, que transcende as barreiras entre o físico e o digital e promove experiências imersivas em três camadas:</p><ol start="1" class="wp-block-list"><li>Experiência física e digital integrada</li>

<li>Realidade estendida e metaverso</li>

<li>Engajamento multissensorial</li></ol><p>Exemplo: uma pessoa pode testar um notebook em loja física e comprá-lo online (ou o oposto). Em cada ponto de contato, a marca deve proporcionar uma experiência coesa e relevante.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>As 5 Forças do Metamarketing</strong></h2><p>O livro aponta cinco tendências essenciais que moldam o marketing imersivo:</p><ul class="wp-block-list"><li>Conteúdo contextual</li>

<li>Mídias sociais como centro de distribuição</li>

<li>E-commerce interativo</li>

<li>Inteligência artificial como motor de personalização</li>

<li>Dispositivos imersivos e vestíveis</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>A nova jornada do consumidor</strong></h2><p>A experiência de compra agora é tão importante quanto o próprio produto. Ela deve ser:</p><ul class="wp-block-list"><li>Multissensorial: ativando os cinco sentidos</li>

<li>Interativa: permitindo troca com o consumidor</li>

<li>Participativa: exigindo ação do usuário</li>

<li>Sem atrito: fluida e sem interrupções</li>

<li>Com storytelling: envolvente e coerente</li></ul><p>Apesar da digitalização, 2 em cada 3 consumidores ainda sentem falta do contato humano. Isso mostra a importância de experiências híbridas e bem desenhadas.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologias-chave para o Marketing 6.0</strong></h2><h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Internet das Coisas</strong></h3><p>Conecta objetos físicos à internet para coleta de dados em tempo real. Exemplo: uma pulseira da Nivea que alerta a hora de reaplicar protetor solar.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Inteligência Artificial</strong></h3><p>Replica habilidades cognitivas humanas para entender e prever comportamentos, além de personalizar interações via chatbots ou assistentes de voz.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Computação Espacial</strong></h3><p>Modela experiências físicas com o uso de sensores e automação. Exemplo: provadores virtuais de roupas.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Realidade Aumentada e Virtual</strong></h3><p>Transformam a interface com o consumidor. A RA tem maior uso no marketing por ser mais acessível. A RV é utilizada em contextos como treinamentos.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Blockchain</strong></h3><p>Cria sistemas descentralizados e seguros, essenciais para rastrear transações e garantir transparência em campanhas digitais.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Web 3.0 e o Metaverso</strong></h2><p>A evolução da internet passa por três fases:</p><ul class="wp-block-list"><li><strong>Web 1.0</strong> (1989–2004): Marca o início da internet, quando os usuários eram apenas consumidores de conteúdo, sem a possibilidade de interação ou criação.</li>

<li><strong>Web 2.0</strong> (a partir de 2004): A internet passa a funcionar como uma plataforma colaborativa, permitindo que os próprios usuários produzam, compartilhem e interajam com conteúdos em redes sociais, blogs e outras plataformas.</li>

<li><strong>Web 3.0</strong> (em desenvolvimento): Representa uma internet descentralizada, baseada em tecnologias como blockchain. Nesse modelo, os usuários têm maior controle sobre seus dados e criam conteúdo sem a intermediação de grandes plataformas.</li></ul><p>No metaverso, o usuário pode criar, comprar e vender ativos digitais, por meio de avatares e experiências personalizadas. Mas o livro alerta: marcas só devem entrar nesse universo se o público-alvo justificar.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Marketing Multissensorial e a Fadiga Digital</strong></h2><p>Atualmente, nos Estados Unidos, uma pessoa passa em média 7 horas por dia conectada à internet. Essa intensa exposição ao digital tem gerado um fenômeno conhecido como fadiga digital, caracterizado por cansaço mental, diminuição da atenção e esgotamento emocional diante de estímulos online constantes.</p><p>Em resposta a esse cenário, muitas pessoas têm buscado formas de desacelerar e recuperar o equilíbrio, o que impulsionou tendências como:</p><ul class="wp-block-list"><li><strong>Busca por dispositivos retrô</strong>: o resgate de objetos analógicos como câmeras antigas, toca-discos e celulares simples se tornou uma forma de romper com o excesso de conectividade.</li>

<li><strong>Viagens de fuga</strong>: experiências em lugares remotos e sem sinal de internet são cada vez mais valorizadas.</li>

<li><strong>Detox digital</strong>: períodos programados longe das telas para restaurar o foco e a saúde mental.</li>

<li><strong>Mindfulness</strong>: práticas de atenção plena ganham espaço como antídoto para a hiperconectividade.</li></ul><h3 class="wp-block-heading">A Importância do Multissensorial</h3><p>Com o crescimento de tecnologias, o <strong>multissensorial</strong> tornou-se um pilar essencial para experiências verdadeiramente impactantes. As marcas que compreendem isso conseguem criar conexões mais profundas e memoráveis com seu público.</p><p>Segundo neurocientistas, a <strong>visão</strong> é o sentido mais dominante: cerca de <strong>80% do processamento cerebral</strong> de informações sensoriais é visual. Isso se deve à vasta área do cérebro dedicada à interpretação de estímulos visuais.</p><p>Na sequência, temos a <strong>audição</strong>, que representa cerca de <strong>10% do processamento</strong>. Embora em menor proporção, o som é fundamental para criar atmosfera, emoção e engajamento.</p><p>Juntos, <strong>conteúdo visual e sonoro</strong> são responsáveis por <strong>90% das informações que o cérebro processa</strong>. Isso explica por que narrativas que integram <strong>imagem e som</strong> têm maior poder de conversão e retenção da audiência.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: O Marketing como experiência humana</strong></h2><p>O <em>Marketing 6.0</em> não é apenas sobre tecnologia: é sobre como utilizá-la para construir experiências significativas. <strong>As gerações Z e Alpha buscam autenticidade, inclusão e engajamento real. </strong>As marcas que quiserem dialogar com esse público precisarão pensar além de campanhas publicitárias: será necessário criar experiências imersivas, humanas e conectadas. O futuro do marketing é híbrido, sensorial e, acima de tudo, centrado no consumidor.</p><p><strong>Dados técnicos:</strong></p><p>Livro: Marketing 6.0 &#8211; O futuro é imersivo</p><p>Editora: Sextante</p><p>Autor: Philip Kotler</p><p><strong>O que você achou do conteúdo? Conte-me nos comentários.</strong>&nbsp;<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p><p>O post <a href="https://mariliabarga.com.br/marketing-6-0/">Marketing 6.0: O futuro do consumo entre o físico e o digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariliabarga.com.br">Marí­lia Barga</a>.</p>
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		<title>Todos somos uma marca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marília Barga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 17:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Literário]]></category>
		<category><![CDATA[influenciadores]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcar, marcante, marcação, todas essas palavras instigam a entender o significado de marca. Pode ser uma marca no mundo, algo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Marcar, marcante, marcação, todas essas palavras instigam a entender o significado de marca. Pode ser uma marca no mundo, algo inesquecível, uma assinatura, um emblema, marcas da vida. <strong>Tudo aquilo que é capaz de nos impactar de tal modo que deixe uma lembrança indelével</strong>.</p><p>Em um contexto empresarial o termo marca adota um significado um tanto diferente. De acordo com o dicionário <a href="https://dicionario.priberam.org/marca#:~:text=Nome%20ou%20s%C3%ADmbolo%20que%20distingue,da%20marca%2C%20geralmente%20um%20fabricante." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Priberam</a>, marca é o símbolo ou nome que identifica determinados produtos comerciais, como também pode ser a empresa que detém o direito de fabricar ou comercializar esses produtos.</p><p>No novo contexto social, com o fortalecimento da rede social como objeto indispensável na rotina do usuário, um novo conceito de marca surge: o dos <strong>influenciadores digitais</strong>. Alguns deles cresceram tanto que <strong>se tornaram a própria marca</strong> e hoje valem milhões.</p><p>É sobre esse novo modelo de vendas por influência, esse marketing que nasceu há pouco e já se mostra um adolescente rebelde, fugindo ao tradicional e colocando em xeque o status quo, que o autor <strong>Alfredo Soares discorre em seu livro ‘Todos somos uma marca’</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Quem é o novo consumidor?</h2><p>O marketing tradicional atingia o público por campanhas na TV, outdoors, panfletos, telefonistas, etc. gerando interrupções – indesejadas – que anunciavam produtos e serviços para a grande massa.</p><p>Hoje é o consumidor que busca pelo que quer. Seja por meio do Youtube, redes sociais, blogs, podcasts. Antes de efetuar uma compra, ele se mune de informações em diferentes canais, formando o <strong>omniconsumidor</strong>. Mas afinal, o que é ominiconsumidor? O termo parece sugerir que uma nova raça de alienígenas resolveu engrossar a massa de fregueses.</p><p>Nesse contexto, omni significa tudo, o omniconsumidor é aquele que está presente em todos os canais. É um consumidor empoderado, que pode acessar informações em diferentes contextos. Ele valoriza a experiência e <strong>não quer comprar mais um produto, mas sim a resolução de um problema</strong>.</p><p>Esse consumidor valoriza o propósito da marca, o <a href="https://mariliabarga.com.br/comece-pelo-porque/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">porquê da sua existência</a> deve ser algo maior do que os lucros, o que a marca quer fazer diferente no mundo e como ela pode alcançar isso com suas soluções é o que importa para o consumidor.</p><p>É importante que a marca gere valor para a sociedade. <strong>O ESG (Environmental, Social and Governance) já é um critério de decisão de relacionamento e compra por parte do consumidor</strong>, tal critério designa a responsabilidade socioambiental da organização, afetando diretamente a sua credibilidade e a reputação. &nbsp;</p><p>Este estranho entre nós já começa a ser descoberto e mostra as suas principais características:</p><h3 class="wp-block-heading">Características principais do novo consumidor</h3><ul class="wp-block-list"><li>Ele não quer ser invadido</li>

<li>Não quer perder tempo</li>

<li>Quer comprar de marcas que agreguem valor</li>

<li>Valoriza a experiência</li>

<li>Quer se relacionar com marcas humanas</li></ul><h2 class="wp-block-heading">Como você se tornou uma marca?</h2><blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O Brasil possui 182 milhões de usuários na internet. Desse total, 152 milhões estão presentes nas redes sociais gastando 3 horas e 46 minutos por dia somente navegando nesse tipo de plataforma. A média global é de 2 horas e 31 minutos. – <a href="https://datareportal.com/reports/digital-2023-brazil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Data Reportal</a></p></blockquote><p>O crescimento das redes sociais abriu uma nova janela para outras oportunidades de varejo. Com tantas pessoas nas redes sociais, houve a democratização do mercado, já que o boca a boca nunca foi tão forte.</p><p><strong>Toda pessoa com acesso a rede pode se tornar um divulgador e influenciador</strong>, dada as devidas proporções. Todos se tornaram vendedores, seja de si mesmos, ou de alguma marca. Com as redes, todos puderam acionar o seu lado marketeiro.</p><p>Com números mais expressivos nas redes sociais, o <strong>Brasil se tornou o país dos influenciadores digitais</strong>. O valor de ser influente sobre um determinado grupo de pessoas não é novidade. O novo é que esse conceito foi se modificando ao longo do tempo.</p><p>Usar vendedores como produtores de conteúdo se tornou uma maneira de falar diretamente com a audiência. Possuir uma rede de influenciadores se tornou uma necessidade nas organizações. Os líderes começaram a se tornar reference voices. <strong>O cliente virou o principal influenciador da marca</strong>. A potência chamada influencers invadiu o Youtube, Tiktok, Instagram e mudaram o modo de fazer marketing.</p><p>Philip Kotler já disse em seu livro Marketing 4.0 que a maioria das decisões pessoais de compra será essencialmente uma decisão social.</p><p>As pessoas querem saber o que as outras acham de determinado produto ou marca e, pelo fato de influenciadores conseguirem se conectar com uma audiência que compartilha de valores e visão de mundo semelhantes, isso o torna parceiros muito relevantes.</p><h3 class="wp-block-heading">Tipos de influenciadores</h3><ul class="wp-block-list"><li><strong>Influenciador:</strong> é aquele que tem autoridade sobre um assunto e vai comunicar informações da marca para a sua audiência.</li>

<li><strong>Embaixador:</strong> é aquele que representa o propósito da marca e será como um verdadeiro porta-voz.</li>

<li><strong>Afiliado:</strong> é aquele que promove a marca e é comissionado de acordo com as conversões.</li>

<li><strong>Multiplicador:</strong> é aquele cliente que promove a marca e gera mais leads.</li></ul><p>As grandes marcas têm que repensar no seu modo de fazer marketing. O cliente não é o mesmo do passado, em breve a geração Z será a maioria do mercado consumidor. <strong>Será que a sua marca está adaptada aos novos modos de encarar o mundo?</strong> Somente fazendo uma avaliação sincera sobre o seu modo de fazer marketing é que se poderá alcançar — ou manter — o sucesso.</p><p><strong>Dados técnicos:</strong></p><p>Livro: Todos somos uma marca</p><p>Editora: <a href="https://www.editoragente.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gente</a></p><p>Autor: <a href="https://alfredosoares.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alfredo Soares</a></p><p><strong>O que você achou do conteúdo? Conte-me nos comentários.</strong> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p><p>O post <a href="https://mariliabarga.com.br/todos-somos-uma-marca/">Todos somos uma marca</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariliabarga.com.br">Marí­lia Barga</a>.</p>
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		<title>Comece pelo porquê: Conheça o segredo das lideranças inspiradoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marília Barga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Nov 2023 19:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Literário]]></category>
		<category><![CDATA[comece pelo porquê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem está familiarizado com o mundo de TED Talks certamente já ouviu falar de Simon Sinek, detentor de uma das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem está familiarizado com o mundo de TED Talks certamente já ouviu falar de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qp0HIF3SfI4&amp;t=642s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Simon Sinek</a>, detentor de uma das conferências mais vistas de todos os tempos, ao lado de outros grandes nomes como Brené Brown e Dan Gilbert. Simon também é autor do best-seller com o mesmo tema ‘<strong>Comece pelo porquê – Como grandes líderes inspiram pessoas e equipes a agir</strong>’.</p><p>Sua teoria pode ser resumida em uma imagem universal, o círculo dourado, e sua crença se inspira em começar tudo pelo porquê. Ou seja, qualquer empreendimento deve entender o seu propósito de existência, o seu porquê, antes de apresentar o que faz e como realiza.</p><p>É um assunto relevante não apenas para líderes que almejam traçar novos rumos para suas organizações, mas também para profissionais de marketing que desejam acessar o seu real público, as pessoas que se identificam com o propósito da marca a qual representam.</p><h2 class="wp-block-heading">Mas afinal, o que quer dizer comece pelo porquê?</h2><p>Para a maioria dos mercadólogos, um meio eficaz de realizar vendas é por meio de manipulações mentais, seja com a redução de um preço, promessas milagrosas, pressão de grupos sociais. Esse é um conceito que funciona a pequeno e médio prazo, mas não consegue segurar a lealdade do consumidor.</p><p>“Preço baixo sempre custa alguma coisa”, a maneira mais adequada de se consolidar como marca é <strong>tornar o cliente um seguidor da marca</strong>, um defensor, e isso só é possível quando o cliente enxerga a marca como uma inspiração e uma verdadeira representante dos seus propósitos de vida.</p><blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Quando uma empresa comunica com clareza o seu porquê, se torna símbolo dos valores e crenças que estimamos.” &#8211; Simon Sinek</p></blockquote><p>Algumas organizações conseguem fazer isso com maestria, é comum vermos isso em marcas como Apple e Harley Davidson, esta última apresenta 12% de receita oriunda estritamente de merchandising. Em seu livro ‘Comece pelo porquê’, Simon cita constantemente a Apple como uma empresa que sabe utilizar o porquê a seu favor e explica que é uma das <strong>maneiras mais eficientes de se posicionar como marca</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Desvendando o círculo dourado</h2><figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado.jpg" alt="Círculo dourado de Simon Sinek" class="wp-image-1342" style="aspect-ratio:1;object-fit:cover" srcset="https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado.jpg 1000w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-300x300.jpg 300w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-150x150.jpg 150w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-768x768.jpg 768w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-434x434.jpg 434w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-600x600.jpg 600w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure><p>O círculo dourado nada mais representa do que a ordem que devem ser feitos os negócios. Antes de tudo, a organização deve entender qual o seu propósito, o que ela defende, no que ela acredita. Somente após isso ela deve explicar como ela faz algo e por último ela apresenta qual é seu produto.</p><blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Companhias tentam nos vender O QUÊ elas fazem, mas nós compramos PORQUÊ elas o fazem.” – Simon Sinek</p></blockquote><p>A maioria das empresas vende seus produtos começando pelo O QUÊ e COMO. Começam pelo que fazem: ‘Vendemos computadores’, explicam como fazem ‘São computadores mais rápidos e modernos que a maioria graças as nossas pesquisas’ e esquecem de dizer o porquê. É importante seguir a ordem inversa:</p><h3 class="wp-block-heading">Clareza do PORQUÊ</h3><p>Por que a organização existe? Qual é seu propósito? Ter clareza nessas respostas permite que o líder seja mais do que um chefe, seja uma inspiração.</p><h3 class="wp-block-heading">Disciplina do COMO</h3><p>Quando o líder sabe o motivo das suas ações, entende o seu real propósito, é hora de saber como dar vida à sua causa.</p><h3 class="wp-block-heading">A consistência de O QUÊ</h3><p>O ‘o quê’ é resultado do ‘como’ e do ‘porquê’. Tudo o que você diz e faz: produtos, serviços, marketing, ações. O seu ‘o quê’ tem que ser autêntico e alinhado com o seu porquê.</p><h2 class="wp-block-heading">A ciência por trás de comece pelo porquê</h2><p>Quando nos comunicamos de fora para dentro, quando comunicamos primeiro O QUÊ fazemos, as pessoas conseguem entender grandes quantidades de informações complicadas, como fatos e características, mas isso não suscita comportamento. No entanto, quando nos comunicamos de dentro para fora, estamos falando diretamente para a área do cérebro que controla a tomada de decisões, e a parte da linguagem nos permite racionalizar essas decisões.</p><figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia.png" alt="A ciência por trás do círculo dourado." class="wp-image-1343" srcset="https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia.png 1000w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia-300x300.png 300w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia-150x150.png 150w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia-768x768.png 768w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia-434x434.png 434w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia-600x600.png 600w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Circulo-Dourado-ciencia-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure><p>Em resumo, certamente há algumas informações colocadas no livro que podem gerar controvérsias, por exemplo, quando Simon Sinek coloca que os criadores do avião são os irmãos Wrigth e sequer menciona o feito de Santos Dumont em sua narrativa. Além disso, o autor não procurou muitos exemplos de personalidades femininas marcantes para enriquecer o livro.</p><p>Ademais, o livro ressalta muitas vezes o exemplo da Apple, o que se torna repetitivo ao longo do texto, e não cita alguns problemas que a companhia enfrentou, como quando acusada de utilizar fornecedores que exploravam mão de obra. É importante, ao fazer uma avalição honesta sobre uma companhia, apontar suas qualidades e defeitos também.</p><p>Como toda abordagem de comunicação, a premissa de comece pelo porquê <strong>pode ser utilizada em diferentes cenários, mas nem sempre se configura como uma regra</strong>. É importante conhecer várias teorias para saber qual se adequa ao momento em que vive a sua organização.</p><p><strong>Gostou do conteúdo? 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		<title>Os 10 pecados mortais do marketing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marília Barga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 23:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[philip kotler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro os 10 pecados mortais do marketing, do autor considerado um dos maiores especialistas do ramo, Philip Kotler, mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro os 10 pecados mortais do marketing, do autor considerado um dos maiores especialistas do ramo, Philip Kotler, mostra de maneira clara e objetiva os principais pontos que qualquer profissional do marketing deve se atentar.</p><p>Serve tanto para reciclagem daqueles que estão há muitos anos trabalhando na área, quanto para iniciantes que precisam entender o que é essencial no marketing. Quer conhecer os 10 pecados mortais do marketing? Então acompanhe os tópicos a seguir.</p><h2 class="wp-block-heading">1 – Sua empresa não é suficientemente focada no mercado e orientada para o cliente</h2><p>Os funcionários, departamentos, diretorias devem entender de uma vez por todas que o cliente é o verdadeiro patrão. Sem clientes não há receita, o que levaria a empresa a inexistência. Deste modo, uma das tarefas mais importantes do marketing é <strong>definir com clareza os segmentos de mercado e a persona consumidora</strong>. </p><p>Entender a persona vai muito além de descobrir dados demográficos como renda e idade, mas sim entender seus gostos e expectativas. É necessário criar uma cultura de clientes, se necessário, até mesmo vendedores especializados para cada segmento, com o intuito de deixar o cliente satisfeito.</p><h2 class="wp-block-heading">2 – Sua empresa não entende plenamente seus cliente-alvo</h2><p>Sem dúvida, esse é um dos 10 pecados mortais do marketing preferido da maioria das empresas. É fundamental entender quem é o seu cliente-alvo, para saber responder esta questão é necessário <strong>realizar pesquisa de mercado com certa regularidade.</strong> É necessário buscar informações sobre o cliente e quais as suas necessidades para obter vantagem competitiva. Muitas empresas realizam a pesquisa apenas uma vez e se orientam por anos com informações ultrapassadas. </p><h2 class="wp-block-heading">3 – Sua empresa precisa definir e monitorar melhor seus concorrentes</h2><p>É muito comum as empresas se concentrarem demais nos concorrentes diretos e se esquecerem de concorrência indireta. Há defasagem na coleta de informações, não há departamento de inteligência competitiva e tampouco monitoramento constante de novas tecnologias.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading">4 – Sua empresa gerencia mal o relacionamento com os stakeholders</h2><p>Um funcionário insatisfeito pode sabotar a empresa, mesmo que inconscientemente, o que gera um efeito em cadeia que <strong>prejudica o atendimento aos stakeholders externos</strong>. Uma empresa em harmonia com os funcionários, fornecedores, distribuidores, revendedores e investidores gerará o engajamento necessário para tornar a empresa atraente.</p><h2 class="wp-block-heading">5 – Sua empresa não é boa em identificar oportunidades</h2><p>A falta de inovação aponta tanto para uma empresa incapaz de identificar e pesquisar novas oportunidades de forma sistemática quanto para uma que investe em muitas oportunidades, mas obtém resultados decepcionantes. Importante <strong>apostar no marketing lateral</strong>, já que tem o potencial de criar novas categorias de produtos, novos mercados ou novos mixes de marketing.</p><h2 class="wp-block-heading">6 – O processo de planejamento de marketing de sua empresa é deficiente</h2><p>Normalmente os planos de marketing são repetidos ano a ano, para dar a<strong> falsa sensação de segurança</strong>, ignorando as novas condições de mercado. É necessário estabelecer uma sequência clara dos componentes do plano, como aplicação de SWOT, plano de contingência, entre outros fatores.</p><h2 class="wp-block-heading">7 – As políticas de produtos e serviços de sua empresa precisam de ajustes</h2><p>As empresas possuem produtos em excesso e muitos estão dando prejuízo, assim como oferecem muitos serviços de graça e não aproveitam oportunidades de fazer vendas cruzadas. A empresa precisa fazer um <strong>rastreamento melhor dos produtos que vende </strong>e outras análises pertinentes.</p><h2 class="wp-block-heading">8 – As habilidades de construção de marca e comunicação de sua empresa são ineficazes</h2><p>Uma das funções do marketing é aumentar a percepção e interesse do público pela marca. Quando o investimento é alto e a marca não é reconhecida há um sério problema no acompanhamento de ROIs e nas campanhas promocionais.</p><h2 class="wp-block-heading">9 – Sua empresa não está bem organizada para o marketing eficaz e eficiente</h2><p>Quando o líder de marketing não apresenta as competências necessárias para gerir o departamento, corre-se o risco de toda equipe contratada por este profissional ser deficiente nas competências de marketing necessárias no século XXI, o que gera um mal-estar entre a área de marketing e outros departamentos.</p><h2 class="wp-block-heading">10 – Sua empresa não explora todo o potencial da tecnologia</h2><p>Muitas empresas acreditam que estão usando o pleno potencial da internet porque tem um site e talvez até realizem vendas online. Isto não corresponde nem a 10% das oportunidades de automação e outros benefícios da tecnologia para o marketing.</p><p>Nesses tópicos listamos as principais fraquezas que são encontradas de maneira recorrente no setor de marketing. Para mais informações de como sanar essas dificuldades, recomendo a leitura do livro ‘<a href="https://sextante.com.br/livros/os-10-pecados-mortais-do-marketing/">Os 10 pecados mortais do marketing – Sintomas e soluções</a>’, do autor Philip Kotler. </p><p><strong>E você, acha que existe mais algum pecado que não foi listado aqui? Deixe nos comentários.</strong></p><p>O post <a href="https://mariliabarga.com.br/os-10-pecados-mortais-do-marketing/">Os 10 pecados mortais do marketing</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariliabarga.com.br">Marí­lia Barga</a>.</p>
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		<title>Comunicação Não Violenta (CNV) no dia a dia: um olhar conciliador sobre as relações humanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marília Barga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 02:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Literário]]></category>
		<category><![CDATA[CNV]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CNV (Comunicação Não Violenta) foi criada pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg e se baseia em desenvolver novas habilidades de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="2560" height="1707" src="https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-scaled.jpg" alt="Comunicação Não Violenta no ambiente de trabalho." class="wp-image-1310" srcset="https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-scaled.jpg 2560w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-300x200.jpg 300w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-1024x683.jpg 1024w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-768x512.jpg 768w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-651x434.jpg 651w, https://mariliabarga.com.br/wp-content/uploads/2023/01/view-from-above-of-group-young-professional-entrepreneurs-sitting-at-table-in-coworking-space-discussing-profits-of-last-team-project-using-laptop-digital-tablet-and-smartphone-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption>A Comunicação Não Violenta (CNV) pode ser utilizada em diversas situações, inclusive no meio corporativo</figcaption></figure><p>A CNV (Comunicação Não Violenta) foi criada pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg e se baseia em desenvolver novas habilidades de linguagem, pautadas na empatia e compaixão, para lidar principalmente com conflitos e divergências de opiniões.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A CNV pode ser usada tanto em relacionamentos pessoais como profissionais, pois ajuda a cada indivíduo a entender qual a sua real necessidade e expressar isso para o próximo sem agredir ou ferir.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ela é baseada em quatro princípios fundamentais, listados a seguir.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1 &#8211; Observação: as ações concretas que observamos e afetam o nosso bem-estar. Aqui não cabem achismos, a observação é baseada em fatos concretos. Por exemplo, quando alguém profere “Eu penso que Zezinho não gosta de mim” é um achismo. Uma observação sem julgamento seria “Quando começo a falar Zezinho revira os olhos e torce a boca.”</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2 &#8211; Sentimentos: como nos sentimos em relação ao que observamos. Ao observar uma ação de outro, vários sentimentos podem ser despertados, como: chateação, gratidão, frustração, desconforto, alegria, entre uma série de outros sentimentos.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3 – Necessidades: os valores, os desejos que geram nossos sentimentos. Tanto no passo dois quanto no três cabe um vasto conhecimento íntimo e análise pessoal para identificar quais as necessidades pessoais que estão sendo atendidas ou não.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4 – Pedido: analisando os sentimentos e necessidades preenchidas ou não, as ações concretas que pedimos para nos enriquecer a vida. Caso identifiquemos que algo está nos faltando, podemos solicitar de modo sadio, sem exigências, e caso estejamos nos sentindo realizados podemos agradecer de modo coerente para o outro entender onde está acertando.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para tornar este processo mais claro, vamos analisar o exemplo da reclamação de uma mulher que se queixa de que seu marido não a escuta.&nbsp; Apenas dizer “meu marido não me escuta” é uma avaliação, não uma observação. Em um processo de CNV, esta análise poderia ser feita, por exemplo, do seguinte modo: Observação: Quando falo com meu marido ele olha para a televisão e não comenta sobre o que acabei de falar, deste modo sinto-me angustiada, pois necessito saber que estou sendo compreendida. Gostaria que ele focasse a atenção somente em mim quando estou falando.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se pudéssemos transformar a CNV em uma equação, seria: “Quando acontece a, sinto b, porque preciso de c. Portanto, agora eu gostaria de d.</p><p>                O livro homônimo apresenta uma linguagem clara e objetiva. Além disso, trás exercícios para reforçar o conhecimento, highlights com os conceitos chave, além de exemplos, sem se tornar maçante, de casos reais e suas respectivas soluções com o uso da CNV. </p><figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Quando estamos em contato com nossos sentimentos e necessidades, nós, humanos, deixamos de ser bons escravos e lacaios. </p><cite>Marshall B. Rosenberg</cite></blockquote></figure><p> </p><p>O post <a href="https://mariliabarga.com.br/comunicacao-nao-violenta/">Comunicação Não Violenta (CNV) no dia a dia: um olhar conciliador sobre as relações humanas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariliabarga.com.br">Marí­lia Barga</a>.</p>
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